Ela passou um ano viajando e fazendo trabalho voluntário no Nepal

Dianne em trabalho voluntário no Nepal (Foto: Acervo pessoal)

Combinar viagem e trabalho voluntário está cada vez mais comum. Vira e mexe sai uma notícia sobre o assunto, contando como é possível viajar o mundo fazendo o bem. E esse “bem” não precisa de um caminhão de boas intenções, mas reproduzindo as palavras da personagem desse post: “a diferença pode ser feita com atos muito pequenos”. Dianne Dijkstra se uniu a uma das maiores organizações independentes de combate à pobreza, a VSO, e passou um ano em uma ação voluntária com crianças no Nepal.

“As pessoas são felizes com tão pouco. Elas não recebem muita atenção, então só de alguém estar lá, já ficam felizes”, disse Dianne, que já está de volta à Holanda. Em Kathmandu e em algumas cidades vizinhas, ela deu workshops para a equipe de campo da VSO, reuniu histórias de nepaleses, ensinou crianças técnicas para contar histórias, tirar fotos e trabalhar em equipe. Mas no final dos 12 meses, quem saiu mesmo no lucro foi Dianne: “eles me fizeram ver a vida de uma forma diferente, que a vida não precisa ser tão complicada”.

Durante o tempo em que passou no Nepal, em 2015, Dianne morou na casa de uma família local. “A família nos tratou como um de seus filhos. Várias vezes a mãe, cozinhou algo extra para a gente. Os nepaleses adoram comer e falar sobre comida”, contou. Por lá, reinam as cores, rituais e pessoas com grande coração. “Foram tantos momentos especiais que eu vivi nesse um ano”, disse Dianne.

Não dá para negar, porém, os problemas sociais presentes no país. Estradas estreitas e não pavimentadas, racionamento de energia e pobreza fizeram parte da realidade de Dianne. Para fazer um programa tranquilo e seguro, ela contou com apoio da VSO, que organizou as passagens aéreas, os certificados de saúde, a chegada, e acompanhou o início do programa. Outras organizações como ActionAid, Aiesec, e até algumas agências de intercâmbio podem dar suporte para organizar um período de trabalho voluntário em outro país.

Além da experiência social, Dianne visitou diversos pontos “inesquecíveis” do Nepal, tão lindos que ela disse ser difícil descrever. De tudo que Dianne viu, o que mais a marcou foi algo do cotidiano nepalês: “lembro do tempo antes e depois da temporada de chuvas. Um pouco antes da estação chuvosa, eu via pessoas plantando arroz, uma paisagem bonita de se ver. Pouco tempo depois, era a hora da colheita e a paisagem se transforma completamente. É mágico”.

QUER AJUDA PARA SUA PRÓXIMA VIAGEM?

QUER AJUDA PARA SUA PRÓXIMA VIAGEM?

Entre em contato, opine e participe com sugestões para o blog

Sending

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *