Por que se hospedar em hostel pode transformar a sua viagem?

Hostel na Austrália (Foto: Divulgação)
Hostel na Austrália (Foto: Divulgação)

Não vou mentir aqui e dizer que a primeira vez que me hospedei em hostel foi por escolha. Foi para economizar. Mas eu gostei. E vamos combinar que uma cama e um teto são mais confortáveis que barraca e colchão inflável, né? Acontece que algumas pessoas têm preconceito, acham que é perigoso e tal, mas muitas vezes nem sabem o que é um hostel. Eu nunca sofri qualquer tipo de ameaça e olha que já fiquei em hostel fuleiro (que tinha que dormir de calça e manga longa para não acordar com picadas, rs). Não vou dizer que é 100% seguro, pois existem sempre as histórias de pessoas que passaram por isso e aquilo, mas que eu recomendo, isso sim eu faço sem hesitar.

Hospedagem em hostel é para o perfil de viajante que gosta de aventura, conhecer novas pessoas e cultura, não é para quem quer curtir uma banheira depois de um dia de passeios ou não fica sem serviço de quarto. É para aqueles que não querem apenas tirar fotos nos pontos turísticos, mas que buscam vivências e interação sociocultural. Pessoas que se hospedam em hostel (geralmente) estão abertas para novas amizades e experiências. Você pode conhecer cada figura e ouvir histórias que vão te marcar para toda a vida.

Se estiver viajando sem companhia, basta botar um sorriso no rosto que não vai demorar para conhecer outros viajantes no “espaço de convivência”, é assim que funciona um hostel. Que hotel tem isso? Se estiver dividindo quarto com outras pessoas, fazer novas amizades fica ainda mais fácil. O próprio hostel organiza eventos e passeios para socialização dos turistas. O clima é mais receptivo do que o de um lugar com um engravato atrás do balcão que só te diz “bom dia” e “boa noite”, o ambiente é mais descontraído, alegre e interessante.

Ficar em hostel não significa necessariamente dormir sob o mesmo teto de desconhecidos, esperar na fila do banheiro ou passar a noite acorrentado aos pertences. Alguns hostels oferecem suíte e a maioria tem armários com cadeado para guardar objetos de valor. Vários têm salão de jogos, piscina, bar, restaurante, karaokê, outras opções de entretenimento e regalias. Já fiquei em um que tinha até xampu, condicionador e secador de cabelo no banheiro coletivo! Você tem ainda a opção de cozinhar quando enjoar da comida local. Tudo isso pagando menos do que gastaria em uma diária de hotel.

Não existe idade limite para se hospedar em hostel, nacionalidade ou classe social. Você pode dividir quarto com pessoas de diferentes continentes, com viajantes cheios de dinheiro até com os que trabalharam duro para estar ali. Nos sites de busca, é possível ver fotos, comentários, indicações, perfil dos hóspedes e avaliações sobre as acomodações. Se você tem aquela ideia de que hostel é lugar sujo e sem estrutura, recomendo experimentar para tirar essa ideia da cabeça.

É certo que alguns incidentes podem acontecer… soube de duas amigas que levaram os acompanhantes para terminar a noite em um quarto compartilhado com mais 10 pessoas, um rapaz que estava bêbado e confundiu a mala de outra menina com o banheiro, pessoas que passaram a noite em claro por conta do ronco de um “vizinho”, ou que foram surpreendidas por um “sonâmbulo” que errou de cama. Mas no final, esses acontecimentos não passam de histórias colecionadas durante a viagem.

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