Shopping China: o que vale e o que não vale a pena no paraíso do Paraguai

Compras no Paraguai! No dia em que fizemos o passeio pela Gruta do Lago Azul ficamos livres às 9h30 e na saída recebemos um convite de dois colegas para “dar um pulo” no Paraguai. Eles queriam fazer compras, principalmente de bebidas, e ter mais uma aventura nas férias, já que estavam viajando, desde Osasco, para várias partes do país naquele mês. Sabíamos que a distância era de cerca de 240 quilômetros, calculamos 2h30 para chegar com folga e pé na estrada. Só que seguindo pelo GPS chegamos a Laguna e pegamos uma estrada de terra infinita, no meio do nada, tanto que pelo caminho só vimos bois e vacas. As 2h30 com folga passaram para 5h.

Chegamos a Ponta Porã o relógio já marcava quase 15h e atravessamos a avenida principal para chegar ao shopping China, no Paraguai.  Então, meu primeiro erro: não planejei a viagem, então, não desbloqueei meu cartão de crédito para uso fora do Brasil. O segundo erro foi ter deixado o cartão de débito no hostel. Viajamos cinco horas e só tínhamos cerca de R$ 400 para gastar lá. Ainda teve um terceiro – além de pegar a estrada errada que nem coloquei na conta – fomos na quinta-feira véspera da black friday. O estacionamento é grátis, existem várias lanchonetes e restaurantes no shopping, mas como estávamos com pressa elegemos o Burger King para almoçar.

O shopping China é como um mercado gigante com roupas, calçados, acessórios, eletrônicos, artigos para esportes e lazer, perfumes, maquiagens e cosméticos em geral. Os preços são melhores do que no Brasil, é claro, mas não se comparam aos de Miami. Achei bolsas da Tommy Hilfiger por a partir de US$ 50, tênis Vans e DC por US$ 100, bota da Timberland por US$ 90, iPad 4 por US$ 550, iPhone 5s por US$ 930 e mais um monte de coisas. As câmeras estavam com um bom preço, mas em valor possível de encontrar na Santa Ifigênia, por exemplo.

O que vale a pena mesmo são as bebidas, aliás só de passear pelo mercado e aproveitar as degustações já é uma boa – quando fomos tinham várias marcas oferecendo. Uma garrafa de Jägermeister estava por US$ 17, Red Label por US$ 17, Black Label a US$ 39, Jim Beam por US$ 17 e Edinger a US$ 1,25. Tudo é cobrado em dólar e o câmbio estava R$ 2,45, também por isso achei que as coisas não estavam tão em conta. Meu cartão – que não desbloqueei para uso internacional – não passou, então comprei uma bolsa e uma garrafa de Jägermeister. Para voltar acertamos o caminho e levamos cerca de três horas até Bonito. Seguimos por uma via asfaltada em direção a Jardins e logo avistamos placas.

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